Obviamente, as mães e os pais não estão preparados para lidar com uma situação inesperada, por isso que este e vários outros questionamentos são compreensíveis. Se você é uma mãe ou pai que está passando por essa situação ou deseja apenas entender um pouco mais sobre a Síndrome de Down, confira o artigo que preparamos que prova a força do amor e carinho para lidar com o inesperado que a vida muitas vezes nos oferece!

O que é a Síndrome de Down

Primeiramente, é importante afirmar que a Síndrome de Down não é uma doença, mas sim uma mutação genética. A Síndrome de Down, ou trissomia 21, é considerada um problema genético natural e universal causado por uma mutação. Para você entender melhor: normalmente, uma célula humana contém 46 cromossomos divididos em 23 pares. Quando a pessoa é portadora de Síndrome de Down, o número de cromossomos é um pouco diferente. São 47 cromossomos, sendo o material extra encontrado no par de cromossomos 21.

A Síndrome de Down atinge qualquer raça, nível social, cultural e econômico, e não tem cura. Apesar disso, alguns tipos de tratamentos contribuem para que o desenvolvimento da criança ocorra da melhor forma possível.

A Síndrome de Down possui características específicas?

A resposta é sim! Vale enfatizar que nem sempre a criança apresenta todas as características, e isso vai depender da gravidade da mutação. As características mais comuns são:

  • Cabeça achatada na parte de trás;
  • Olhos puxados;
  • Orelhas pequenas e localizadas na linha abaixo dos olhos;
  • Menor número de dentes e céu da boca mais encurvado;
  • Linha única na mão e maior dobra do quinto dedo;
  • Maior separação entre o primeiro e segundo dedo dos pés;
  • Nariz pequeno e achatado;
  • Cabelo liso e fino.

Outra característica da Síndrome de Down é o comprometimento intelectual, ou seja, quando a criança aprende e se desenvolve de forma mais lenta. Cada portador de Síndrome de Down é único e possui alguns sinais que podem ser considerados severos ou moderados.

É possível diagnosticar a Síndrome de Down ainda na gravidez?

Sim! Alguns testes genéticos podem identificar a partir da nona semana de gravidez. Uma amostra de sangue materno é coletada para que a retirada de fragmentos de DNA fetal possa ser feita. O teste busca rastrear o DNA do bebê para buscar problemas cromossômicos. De acordo com estudos clínicos, os resultados para esse tipo de teste são bastante confiáveis, podendo chegar a 99,99% de acerto.

Também existem 2 testes com o propósito de checar os cromossomos dos bebês. Um é o teste do Vilo Coriônico (CVS), que pode ser feito entre a 10ª e a 12ª semana de gravidez, e o outro teste é o de amniocentese, realizado a partir da 15ª semana de gravidez.

Descobri que o meu filho possui Síndrome de Down. E agora?

Um sentimento bastante comum nos pais no momento em que descobrem que o filho é portador da Síndrome de Down é de que o mundo desabou. O preconceito da sociedade e a falta de compreensão a respeito da síndrome podem tornar a dificuldade de aceitação ainda maior.

Mas nada que o amor e a paciência não resolvam! Converse com os médicos, leia artigos e blogs a respeito da Síndrome de Down, faça cursos e, se necessário, procure por grupos de pais que possuem filhos com Síndrome de Down. Busque se informar sempre para adquirir muito conhecimento!

É fundamental entender que uma pessoa com Síndrome de Down pode viver normalmente, tendo o incentivo e acompanhamento com muito amor e carinho dos familiares e amigos. A integração social e a prática de atividades com estímulos auditivos, táteis e visuais também contribuem no desenvolvimento neurológico da criança.

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