A doença foi descoberta a pouco tempo. Os primeiros casos surgiram em 1968, na França, quando pesquisadores observaram casos graves de saúde relacionados ao uso do álcool durante a gravidez. Foram 127 crianças afetadas.

O que pode acontecer?

A síndrome pode gerar má formação cerebral no feto, alterações congênitas, anomalias do sistema nervoso central, retardo no crescimento e prejuízos no desenvolvimento cognitivo e comportamental. Além disso, pode ocorre parto prematuro, deficiências físicas, motoras, comportamentais, além de alterações, inclusive, na aparência física dos bebês. A SAF pode levar até mesmo ao aborto!

A ação do álcool sobre o feto

 

Quando a gestante consome bebidas alcoólicas, o líquido entra na circulação sanguínea e vai para o fígado, onde passa por um processo de oxidação transformando-se numa substância que é absorvida por tecidos e líquidos corporais. Na gestante, o álcool atravessa a placenta e pode atingir, inclusive, o líquido amniótico e o feto.

Com pouco tempo, cerca de uma hora, o etanol no líquido amniótico e sangue fetal são equivalentes ao da gestante. E, ao contrário dos adultos, o feto ainda não tem condições de metabolizar o álcool, causando assim graves problemas à saúde do mesmo.

Prevenção:

Como a SAF só acontece após a ingestão de álcool pela gestante, a prevenção é única e simples: a gestante não deve beber!

Tratamento:

Não existe tratamento e nem cura para a SAF. A única coisa que pode ser feita é entrar em contato com o médico que acompanha a gestante a fim de identificar possíveis intervenções para minimizar os danos causados.

Para que a gravidez seja cheia de saúde e sem riscos, a gestante precisa praticar exercícios físicos,  se alimentar bem e fazer corretamente o pré natal.

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